27 de abril de 2016
ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL
DO
EQUILÍBRIO ECONÔMICO
Falar
de equilíbrio econômico se transformou em febre para todos os ativistas atores
engajados nas causas sociais, alguns megaempresários, mas não há o fator de
convergência necessário para transformar o equilíbrio em bandeira de convicção
de maioria dos fatores que podem tornar esta realidade viável.
Esta
convergência decorre do fato de que não enxergam os detentores de poder sentido
útil para perder em primeiro momento, ganhando depois, porque se transforma em
destinar parte dos rendimentos para perda sem sentido, em vista do fato de que
não há controle tal como nas grandes organizações do real destino das
contribuições.
Nos
países de pequeno porte, por falta de agentes de cooperação dos destinos, e, a
necessidade de autoafirmação como autodeterminação na eminência de serem
ameaçadas se forem dirigidos e governados o capital de cooperação por agentes
externos.
Ou
seja, o capital disponível para poder transforma o mundo em equilíbrio
econômico entre países, é retido porque os países que necessitam as riquezas
para poder transformar o processo produtivo de dependente e independente, não
dão sinais claros de que podem aplicar corretamente os recursos, por força das
legislações internas mal esclarecidas, como de políticas públicas questionáveis.
O
papel de órgãos mundiais como nações unidas e organização mundial do comércio,
visam estabelecer por ação de governança pública internacional, a quebra de
barreiras que emperram o desenvolvimento e a troca entre nações, outros órgãos
mundiais de equilíbrio social, recebem e dão destino a doações ou em programas
em países menos desenvolvidos, em setores cruciais para minimizar os prejuízos
maiores do desequilíbrio, notadamente, onde a segurança, vida e saúde correm
risco ante a violência e uso desenfreado de recursos mal aplicados, nos países
menos desenvolvidos.
Com o
acesso a informação novas potências econômicas passaram a existir, saindo do
zero absoluto para rendimentos invejáveis, pelo ritmo e modelo de governança
ditado por seus administradores.
Não
só administradores, como controladores eficazes, passaram a garantir que
grandes volumes de riquezas não corressem riscos de sobrevivência das empresas
por intercorrência de qualquer tipo de ocorrência anômala à realidade normal de
sobrevivência, por catástrofes naturais, ou rupturas institucionais dos governos
de países emergentes e subdesenvolvidos.
A
grande questão, é que esta potências, como google, facebook, twitter, apple, Windows,
entre outros, são modelos de referência deste tipo de governança, tendo recursos
para evoluir países menores, mas não
sendo agentes diretos dos destinos dos recursos, e, não tendo os órgãos
internacionais, em face da necessidade de respeito a diversos processos
diplomáticos, a velocidade de ação que tem os grandes empresários, tornar a
governança privada apta a agir diretamente nestes países problemáticos, para trazer
o equilíbrio econômicos entre países por intermédio de órgão próprio de efeito
internacional, como braço da ONU, para minimizar a questão da ausência de ação
direta, teríamos solução imediate desta
catástrofe, que é verdadeira chaga que não justifica qualquer evolução humana
ante a falência da ciência em resolver este tipo de problema.
A grande
questão que está em jogo é quem comporá, e, de que como forma, sem ferir
sistemas de legislações internas dos países e tratados internacionais, que terá
a instalação e funcionamento da entidade ora proposta.
Proponho
desde já que o Secretário Geral da ONU, no uso de suas atribuições de preservar
o equilíbrio entre nações, almejando o desenvolvimento comum, faça o edital de
convocação a todas as entidades internacionais que possam ser devidamente
fiscalizadas e vistoriadas, com aporte de capital suficiente para planeja e
executar programas e projetos de ações diretas nos países que necessitam de
auxílio sob a garantia de verem os recursos serem aplicados diretamente ao que previamente
aprovou.
Grandes
potências econômicas, retirando países que necessitam do quadro de beligerância
e periclitação da vida e economia, poderão ter os capitais investidos devidamente
devolvidos, por programas de evolução econômica que garantam a administração
dos recursos pela entidade internacional na fase inicial, com programa de saída
para formação de líderes locais que substituam a gestão até a garantia efetiva
de pleno andamento da gestão sem necessidade de acompanhamento externo e
garantia do retorno do capital para a entidade internacional destinar para
outros países em mesmas necessidades do país quando foi instalado o programa,
e, simultaneamente, o retorno do capital das empresas que investiram seus recursos.
Óbvio
que empresas que injetam recursos vão querer na etapa já de pleno funcionamento
ser parceiras comerciais das empresas criadas, e, este direito de preferência é
condição essencial à implantação do programa, sob pena de ser o órgão chamado a
intervir, para em qualquer fase retomar o curso da administração dos recursos.
O
processo desenvolvimentista, leva em consideração trazer o aporte necessário de
capital não só para países em crise e emergentes, como para populações
ameaçadas e em risco por conta de guerras nas situações de refugiados
políticos.
Até por
garantia de países desenvolvidos de convivência com pessoas refugiadas, o
processo de implantação do programa minimizará ou até anulará o que já se tem
visto na Europa no processo de perseguição de refugiados de guerra da Síria.
O
programa funciona como o acompanhamento que se dá para de pais para filhos,
tutores para tutelados, em que o acompanhamento se dá por níveis de confiança
de modo a ser de plena gestão ou interferência ou níveis menores, de acordo com
a confiança e evolução do progresso do empreendimento.
Nas
áreas de transportes públicos, atuando precisamente em programas de implantação
de retiradas de nós de trânsito em grandes metrópoles, para os refugiados de
guerra, com programas de trabalhos socialmente aceitos, o modelo
desenvolvimentista não é diferente da tomada do oeste americano e outros países
descobertos, quando grandes frentes de trabalho foram o resultado do
desenvolvimento destas potências.
Para
se alcançar o interesse do Secretário Geral da ONU, em referidos procedimentos,
deve cada empresa de notícia e empresa de grande porte que este artigo
encaminha a mensagem ser a portadora de abertura de canais de comunicação
interno e seus relacionados, chegando ao Secretário Geral das Nações Unidas o
desejo de formar estrutura sólida e confiável, de caráter mundial, para ação
direta na forma antes mencionada, desenvolvendo em cada proposta o modo que
impõe seja o órgão formado.
Esta
imposição de transparência tem que levar em consideração o peso não dos países
por igualdade de tratamento, ne, dos interesses regionais de cada nação
representada, mas do peso econômico da gestão e do favorecimento sério das nações
eleitas para receber os recursos.
Esta
eleição tem que ser acompanhada da fixação das regras de gestão interna e
relacionada da empresa criada com a Organização Internacional Criada.
A
Organização Internacional do Equilíbrio Econômico Entre as Nações, deve ser
órgão que tenha funcionamento na sede da ONU, com funcionamento utilizando os
recursos de relacionamento entre países, para países que necessitam de aporte
destes recursos se candidatem e sejam avaliados de acordo, com as informações
prestadas de ordem da geografia regional, populacional e econômica.
Regras
de fixação dos critérios de prioridade devem ser fixadas, como são fixados os
pacientes a serem atendidos nas emergências hospitalares, ou seja, além da
urgência a possibilidade de ação imediata, detectando “as endemias” econômicas,
de modo que seu combate de contra gestão do curso errado detectado seja viável,
e passível de existência isolada quando da retirada do modelo compartilhado de
gestão.
Neste
particular empresas concorrentes por fatores de produção comercial neste
ambiente se tornam solidárias, buscando o fortalecimento de umas e outras, para
garantia da vitaliciedade do programa e da instituição.
Em
continentes como o de África, onde situações mais graves não podem ser
atendidas de imediato, porque o ambiente circunvizinho ameaçará sua
subsistência, será eleito o modo de aceitação de acordo com a garantia de que
implantado porque o País eleito reúne os requisitos de implantação, a garantia
de que países opositores vizinhos, não venham a atacar o projeto, deve servir de poder de veto ao
estabelecimento do programa de imediato, remetendo aos demais órgãos mundiais o
relato do problema para ser investigado e solucionado.
As
diferenças regionais, serão solucionadas na medida em que a implantação do
programa se mostrar eficaz, e, que as legislações internas garantam que o
programa e a Organização Internacional serão respeitados.
A
escolha dos locais de implantação e da população assistida não podem levar em consideração
formação, mas interesse em participar, e, demonstração de dinâmica hábil ao
resgate da população da condição de miséria ou subdesenvolvimento.
A
Organização, uma vez criada pela Secretaria Geral, elegerá seus Administradores
Geral e Regionais, de modo que a comunicação e interação entre estes seja
eletrônica e física, o mais eficaz que possível.
A
posição da Anistia Internacional, Médicos sem fronteiras, entre outros órgãos
de mesma natureza, deve ser essencial na escolha da área de atuação e população
assistida.
Será
aceita e remunerada a colaboração de cientistas para agir em todas as etapas de
formação, criação de regras, eleição de projetos e programas, implantação e
execução.
Em
resumo, não é difícil, basta chegar às pessoas certas, e, os recursos serem
administrados por quem administrará a Organização como administra seus próprios
empreendimentos, não terá como dar errado.
Por tudo que aqui está dito e
que sirva de parâmetro inicial, senhores e senhoras administradores de empresas
e governos e organizações que esta proposta se dirige, que seja criada a
ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL
DO
EQUILÍBRIO ECONÔMICO
Em
favor da humanidade e da existência de vida na terra, porque sem equilíbrio não
há PAZ.
HÉLIO
BARRETO DOS SANTOS FILHO
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